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13/08/11 - 13h24 - atualizada em 17/08/11 às 15h53

Alô Najuá, teve uma tarde diferente dia 27 de julho

O Alô Najuá do dia 27 de julho teve uma novidade especial: A Equipe da Najuá esteve no Pavilhão do Parque Aquático em Irati, acompanhando a realização do Planetário, evento que percorre o interior do Estado e faz do projeto "O Céu do Paraná", desenvolvido pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).

Um planetário inflável esteve aberto à visitação pública das 15 às 22 horas, com sessões que mostraram o céu noturno; observação do céu com telescópios e palestras com informações sobre astronomia.

A entrada foi gratuita e a exposição permaneceu apenas neste dia em Irati.

Fotos: Juarez Oliveira

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Projeto Céu do Paraná

Fonte: Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Irati

Com apoio da Secretaria Municipal de Educação, estudantes, professores e a comunidade em geral de Irati e da região puderam conhecer um pouco mais sobre astronomia. O projeto “Associação Paranaense de Divulgação de Astronomia – Céu do Paraná” veio até o Pavilhão João Wasilewski, no Parque Aquático, onde foi instalado um planetário. O projeto é financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Fundação Araucária e é desenvolvido em parceria com a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).

Alunos da rede municipal de ensino tiveram a chance de conhecer mais sobre o tema. Além de um planetário inflável, puderam observar um céu noturno simulado, para ver as constelações, fases da lua e conhecer como ocorrem as estações do ano. “Trazemos mais conhecimentos sobre a astronomia, que é pouco comentada e estudada, até mesmo em universidades. A comunidade tem a oportunidade de ver com os telescópios que trouxemos, por exemplo, crateras na lua e até mesmo outros planetas”, conta o professor Paulo Lagos, que é responsável pelo Planetário e Observatório do Colégio Estadual do Paraná.

De acordo com o professor, o projeto tem como objetivo levar ciência e astronomia para as comunidades em geral, principalmente para aquelas que não estão localizadas próximas a grandes centros. “Quem sabe estaremos descobrindo novos cientista e astronautas aqui? Vamos precisar deles se queremos perpetuar a raça humana no sistema solar. Tenho certeza que temos muitos talentos no interior do Paraná”, comenta Paulo Lagos.

O Brasil faz parte do G7 da astronomia, que são os países que se destacam na área. Para o professor, todo investimento na educação e em ciência é válido: “O nosso país deve deixar de ser exportador de mão de obra, para exportar conhecimento”, explica.

O projeto “Céu do Paraná” é realizado também com o apoio da Sociedade de Astrônomos Amadores do Paraná, Clube de Astronomia do Colégio Estadual do Paraná, Clube de Astronomia da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (Cautec), Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Universidade Federal do Paraná (UFPR) e Parque de Ciências Newton Freire Maia (PCNFM).


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