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20/12/11 - 20h14 - atualizada em 20/12/11 às 21h09

E o vento veio ...

A máxima de que a gente nunca pensa que algo de ruim pode acontecer conosco é verdadeira.

Naquele fim de tarde ventou muito, bem mais do que normalmente venta por aqui. Algumas pessoas, já quase no fim do expediente, olhavam pela janela para observar tão estranha tormenta se formando.

A partir daí, uma série de ações foi desencadeada por cada um que, quase que automaticamente, tentava reparar os estragos que iam se sucedendo.

Passado o vento, no céu se pode ver a imagem do arco íris que se formou e serviu de alento, por alguns segundos, para os que estavam assustados com tudo que aconteceu tão rapidamente.

Ao cair da noite, nem mesmo a lua que brilhava no céu e servia de foco para iluminar as casas sem luz elétrica, serviu de consolo.

Mas o que faz com que as pessoas que passam por isso se recuperem?

A perda de bens materiais não se compara com o valor da vida.

Passado as lamentações - que quanto menos durarem é melhor - vem à força de seguir em frente. O confronto com a dura realidade do dia seguinte revela situações que antes eram desconhecidas ou não eram vistas. Em vez de enfraquecer, ao contrário, isso tudo serve de estímulo para fazer melhor.

A superação da experiência traumática se dá com a ação imediata para socorro, com um tempo para chorar e desabafar e com um tempo para se levantar e procurar fazer melhor.


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